Nos últimos tempos entrei numa fase de conhecer áreas já há muito almejadas através de formações online assíncronas – porque me permite gerir melhor o meu tempo e localização – e uma delas, terminada não há muito tempo, é a Terapia de Diário, na verdade, “Coach de Terapia de Diário”. Gosto imenso de escrever, embora não livros e histórias longas que até poderiam resultar num filme, não, isso não… porquê? Simplesmente, porque não. Mas sempre escrevinhei textos, ideias, imagens, desde os meus 15 anos de idade. Porquê? Porque sentia necessidade de passar para o papel emoções, perceções e ilações. Fazia-me bem. Faz-me bem. Não perdi a vontade, mas mais do que isso, a necessidade. Nem sabia que havia um curso assim, mas só veio confirmar que escrita é uma forma de terapia e, com uma direção mais alinhada e específica pode ajudar as pessoas no seu dia a dia, na prossecução dos seus objetivos. Distingue-se do diário convencional por isso mesmo, pela forma que tem de ser pensada e planeada, por ter uma intenção subjacente apoiada por recursos diversos. Um dos critérios de base importantes é ser-se benevolente, ou seja, a ideia não é avaliar a escrita nas suas dimensões literárias, portanto, não se escreve para julgar ou ser julgado. A terapia de diário orientada pelo respetivo coach serve para facilitar a exploração de si mesmo, deixar que o sujeito se exprima com autenticidade para instigar a autonomia e capacidade de se conhecer a si próprio e se desenvolver.
Lately, I've entered a phase of exploring long-desired areas through asynchronous online training – because it allows me to better manage my time and location – and one of them, completed not long ago, is Journal Therapy, or rather, “Journal Therapy Coach”. I really enjoy writing, although not books and long stories that could even result in a movie, no, not that… why? Simply because. But I've always scribbled texts, ideas, images, since I was 15 years old. Why? Because I felt the need to put emotions, perceptions, and inferences on paper. It felt good. It feels good. I haven't lost the desire, but more than that, the need. I didn't even know such a course existed, but it only confirmed that writing is a form of therapy and, with a more aligned and specific direction, can help people in their daily lives, in the pursuit of their goals. It differs from a conventional diary precisely because of this, because of the way it has to be thought out and planned, because it has an underlying intention supported by various resources. One of the important basic criteria is to be benevolent, that is, the idea is not to evaluate the writing in its literary dimensions; therefore, one does not write to judge or be judged. Journal therapy, guided by the respective coach, serves to facilitate self-exploration, allowing the individual to express themselves authentically in order to encourage autonomy and the ability to know and develop oneself.
É uma forma de desabafo, mas mais do que isso, é a vontade de o dizer livremente: Desde há muito tempo que temas como stress , depressão, desmotivação, desalento são o centro de atenção em diversos artigos de revistas e até científicos ou do domínio médico e outras publicações. No entanto, recentemente importamos mais um termo anglo-saxónico: burnout . Trata-se de um esgotamento geral mais associado à atividade de trabalho. Fala-se mesmo em síndrome de burnout . E não é uma condição que esteja somente presa ao volume de trabalho ou ao tempo de trabalho excessivo de uma pessoa. Pode estar relacionado com a forma como a empresa empregadora trata o trabalho da pessoa e a própria pessoa. Ou exige mundos e fundos e paga uma miséria ou quando dá horas livres em troca de mais tempo, é a empresa que dita quando a pessoa deve aproveitar essas horas livres, ou não dá o devido valor nem à pessoa enquanto pessoa nem enquanto profissional, não elogia quando se vê sucesso, favorece uns em detrime...
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