Como a tradução é cada vez mais executada por uma máquina, ela já aparece ao “tradutor” praticamente feita. O que pedem ao “tradutor” humano, pedem-lhe para rever o texto de acordo com o contexto, a consistência terminológica, erros gramaticais, erros conceptuais, etc. Falta aqui pensar num novo termo que descreva o trabalho do prestador do serviço, sendo que mera “revisão” ou “proofreading” não chega… para mim, é seguramente mais do que isso, é uma adaptação. Por esse motivo, caracterizo um dos meus serviços o de “adaptação de textos traduzidos por máquina/IA”, que é, sem dúvida, o que acontece na maior parte das vezes. E depois, então, deverão vir as revisões, as “proofreadings”.
Since translation is increasingly done by machines, the text received by the “translator” is practically already executed. What clients ask of the human "translator" is that they proofread the text according to context, terminological consistency, grammatical errors, conceptual errors, etc. What's missing here is a new term to describe the work of the service provider, since mere “revision” or “proofreading” isn't enough… for me, it's certainly more than that; it's adaptation. Therefore, I characterize one of my services as “adaptation of machine/AI translated texts,“ which is undoubtedly what happens most of the time. And then “proofreadings” shall follow.
É uma forma de desabafo, mas mais do que isso, é a vontade de o dizer livremente: Desde há muito tempo que temas como stress , depressão, desmotivação, desalento são o centro de atenção em diversos artigos de revistas e até científicos ou do domínio médico e outras publicações. No entanto, recentemente importamos mais um termo anglo-saxónico: burnout . Trata-se de um esgotamento geral mais associado à atividade de trabalho. Fala-se mesmo em síndrome de burnout . E não é uma condição que esteja somente presa ao volume de trabalho ou ao tempo de trabalho excessivo de uma pessoa. Pode estar relacionado com a forma como a empresa empregadora trata o trabalho da pessoa e a própria pessoa. Ou exige mundos e fundos e paga uma miséria ou quando dá horas livres em troca de mais tempo, é a empresa que dita quando a pessoa deve aproveitar essas horas livres, ou não dá o devido valor nem à pessoa enquanto pessoa nem enquanto profissional, não elogia quando se vê sucesso, favorece uns em detrime...
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